sábado, 16 de agosto de 2008

Terceiro Passo - Se preparar para as decepções da vida,para não ter uma recaida.

Quando estava internado na Fazenda Renascer, em Pedro Leopoldo,Minas Gerais, fazendo tratamento de alcoolismo,um dos objetivos ou metas que tracei, para quando obtivesse alta da referida instituição,era a de terminar tudo, que fosse importante para mim. Sendo uma terminar o curso de Engenharia que havia largado em 1992,sendo uma das ,e a mais importante de todas o alcoolismo,que infelizmente me aceitei como alcoólatra tardiamente .Pois bem,voltei para casa e comecei a fazer uns bicos aqui e ali,prestando serviços de manutenção em computadores,desenhos em AutoCad-aqui devo agradecer à PX Bobinadora que por intermédio de eu dono - Paulinho, me deu esta oportunidade. Prestei concurso na Prefeitura de Matozinhos obtendo o primeiro lugar e em Abril de 2003 comecei a trabalhar como Técnico em Informática. Passados quatro anos,em Dezembro de 2007 fiz vestibular na Escola Kennedy de Engenharia e fui admitido no curso de Engenharia Civil,que como já disse, abandonei em 1992,a matrícula foi paga por minha irmã, e para as mensalidades, fui procurar financiamento PROUNI,FIES,não conseguindo.Na escola existe um escritório de cobrança,que e denomina SAE - Serviço de Apoio ao Estudante, só que eles financiam 50%,, sendo os outros cinqüenta em cheques pré-datados. Como não tenho talão de cheques,ofereci minha casa como garantia,ou notas promissórias avalizadas por pessoa idônea. Este pedido foi ser analisado por um Professor ,DAVI, que indeferiu tal pedido.Fiquei desolado,me senti como o último homem do mundo,pois a única chance que teria para aumentar a minha renda que é de R$ 630,00-bruto,fora descontos de pensão que é de 80% do salário mínimo,60% do meu salário bruto. Com empréstimos descontados em folha,me sobra R$54,00 por mês. Mas este ano que entra,2005, a tal pretensa filha-não fiz DNA- completa 24 anos e automaticamente a pensão se extingue,podendo arcar então, com o pagamento da Faculdade. Um sonho que não mais cogito.Só lamento ter neste mundo,tantos professores, diretores de escolas públicas ou privadas,sem nenhum sentimento humanitário. Estou siente que não dá para ajudar a todos, mas no meu caso era só uma questão de tempo.
Agradeço aos dirigentes da referida instituição pelo 'carinho',com que trataram do meu assunto, da minha esperança de uma vida melhor.Da concretização de um sonho,de um objetivo,de um meta a ser atingida.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

O Segundo Passo: Crer em um SER superior, não se trata de Religião e sim de seu Ego,pois ele está com voce,vive com voce. Dentro de VOCE !

CAFEZINHO
Acordei cedo, pois tinha que fazer um concurso em Belo Horizonte para trabalhar na PRODEMGE, órgão do estado e com ótimo salário inicial. Pé na estrada peguei o ônibus para BH, e como havia ido muito cedo fui ver minha mãe, que está doente.
Depois da visita passei na Igreja São José, no centro de BH, e lá acendi uma vela para meu pai, e pedi que me ajudasse a fazer boa prova. Fui então para a Av. Amazonas onde passa o ônibus que me levaria para o local da prova, PUC-MG.
Fiz a prova com certa facilidade, mas não sabendo se havia feito uma boa prova ou não, mas uma ‘sensação estranha de leveza tomou conta de mim’.
Fui para a rodoviária, e como faltava mais de uma hora para a saída do ônibus para Capim Branco, onde moro, resolvi tomar um cafezinho em um bar da rodoviária.
Paguei o café no caixa, e levei a xícara com o pires para um balcão no meio da lanchonete.Pensando na vida, distraindo, a xícara se moveu, olhei para todo o lado e tudo estava parado, nada tremia ou balançava. Tomei um gole do café e
coloquei a xícara no lugar. Outra vez ele se mexeu, mais de um palmo. Peguei a xícara levantei o pires para ver se não estava molhado, conferindo também o balcão. Tudo estava seco. Tomei o resto do café, e fui pegar o ônibus.
Chegando em Capim Branco telefonei para Zulma, minha irmã, que mora no Rio de Janeiro, para lhe contar da prova e do fato acontecido. Para meu espanto, ela me contou que Tânia minha outra irmã, estava a passeio na casa dela havia sido chamada por uma VIDENTE, que nem a conhecia, e lhe disse que meu pai havia lhe dito que tudo o que pode fazer fez por mim, agora só dependeria delas, minhas irmãs me ajudarem.
Voltei várias vezes depois ao mesmo lugar para tomar café, me sentei no mesmo lugar, mais ou menos na mesma hora, mas a xícara não mais se mexeu.
A propósito, passei em 25º lugar no referido concurso.
Cássio
Inverno de 2004